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Com vista à sustentabilidade funcional e estética da cidade contemporânea, os PGIUA (Planos Gerais de Iluminação Urbana e Ambiental) baseiam-se numa perspectiva integradora e coerente dos diversos espaços urbanos, no que concerne à iluminação pública.

Cada vez mais os cidadãos exigem da sua cidade propostas de bem-estar, quer do ponto de vista funcional quer estético, o que requer um desenho da luz capaz de provocar sensações visuais de prazer e, simultaneamente, no caso da iluminação nocturna, promotoras de maior segurança.

Os valores patrimoniais e históricos da cidade deverão constituir o principal enfoque deste programa de iluminação. A valorização do património histórico, o seu reconhecimento e engrandecimento depende muitas vezes do resultado da visibilidade que lhe é conferida.

Durante o dia, qualquer olhar atento e interessado percepciona um objecto ou espaço de destaque, porém, à noite, cabe à iluminação artificial incentivar a descoberta de elementos patrimoniais caracterizadores das diferentes identidades urbanas.

No passado, durante várias décadas a iluminação urbana foi "decretada" pelo modelo EDP, isto é, a filosofia de iluminação urbana era imposta às autarquias pela empresa distribuidora de energia, independentemente das tipologias dos espaços, dos lugares ou das regiões. Esta atitude impositiva levou a um empobrecimento e empalidecimento da beleza urbana nocturna, tendo as cidades sido esquecidas no que diz respeito aos valores históricos e patrimoniais.

Posteriormente, nos anos 90, o neo-liberalismo dos serviços concedeu autonomia a alguns projectistas privados nesta área de intervenção. Esta acção traduziu-se num certo caos visual desprovido de coerência estética que, em nosso entender, levou a um maior agravamento na falta de ordenamento e sustentabilidade das propostas.

Hoje, considerando a cidade como um todo integrado onde a visibilidade diurna/nocturna despoleta sensações, vivências e sentidos fundamentais para o pulsar da vida urbana, o desejo é de que ela seja o palco de um trabalho interdisciplinar desenvolvido por diferentes especialistas de várias áreas (Luminotecnia, Arquitectura, História, etc.).

Assim, torna-se imprescindível a presença de um plano geral ordenador para a cidade, que tenha como objectivos implementar medidas de intervenção de conjunto em diversas áreas e avaliar a adequação das diferentes tipologias de materiais existentes no mercado e a criação de desenhos específicos.

No âmbito desta filosofia, a LIGHTPLAN desenvolveu vários planos, nomeadamente:

A ROTA DO VINHO DO PORTO | Vila Nova De Gaia
Arq. Cannatà & Fernandes

PLANO DE PORMENOR DO MONTE-PILOTO | Braga
Arq. Ricardo Oliveira

PLANO DE PORMENOR DE PAREDES DE COURA | P. de Coura
Arq. Ricardo Oliveira

PASSEIO DA ORLA MARÍTIMA (15 km) | Vila Nova De Gaia
Gaiurb

MARGINAL DO RIO DOURO | Vila Nova De Gaia
Gruch (Fase 1)
Arq. Carlos Prata (Fase 2)

ZONA POENTE DA FRENTE RIBEIRINHA DA BAIXA POMBALINA | Lisboa (Em Fase de Projecto de Execução)
ParquExpo; Arq. Bruno Soares

RIBEIRA DAS NAUS | Lisboa (Em Fase de Estudo Prévio)
ParquExpo; Proap (Arq. paisagistas Gomes da Silva e João Nunes)

PORTO 2001 | Área de intervenção - Oeste B, Porto
Arq. Virgínio Moutinho

AFURADA | Vila Nova de Gaia
Gaiapolis; Arq. Virgínio Moutinho

Apresentação institucional em pdf disponível aqui